Gisela Waetge

Nascida em 1955, em São Paulo, Gisela Waetge mudou-se para Porto Alegre em 1980, onde iniciou sua carreira como artista plástica. Em 1997, participou da 21a Bienal de São Paulo. Em 1997, suas obras forma expostas dentro da vertente construtiva da 1a Bienal do Mercosul, em Porto Alegre. Em 2005, participou da 5a Bienal do Mercosul. Entre suas últimas exposições individuais estão: 105 Dias, Galeria Gestual, Porto Alegre, 2013; e Base 12 – Base 9, Museu do Trabalho, Porto Alegre, 2012. Entre as exposições coletivas mais recentes que mostraram seu trabalho destacam-se Acervo em Movimento, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2019; Ocupando Lucas, 21, Galeria Gestual, Porto Alegre, 2015; Labirintos da Iconografia, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, O Triunfo do Contemporâneo, Santander Cultural, Porto Alegre, e Desenhos e Pinturas, na Galeria Gestual, Porto Alegre, 2011; Silêncios e Sussuros e Pintura – da matéria à representação, na Fundação Vera Chaves Barcellos, Viamão, 2010; Tripé/Paralelo 30, no SESC  Pompéia, São  Paulo, 2010; Era uma vez um desenho, Fundação Ecarta, Porto Alegre, 2010; Órbitas dos anos 80, memória e atualidade, no Goethe-Institut de Porto Alegre, 2009.

Suas obras fazem parte das coleções do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; Museu de Arte Contemporânea de Brasília, Brasil; do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; da Coleção de  Arte Construtiva de Julio María Sanguinetti, Uruguai; da Fundação Vera Chaves Barcellos, Viamão; do Patrimônio Artístico da Prefeitura Municipal de Santo André, São Paulo; da Pinacoteca Aldo Locatelli, Porto Alegre; além de coleções particulares.

Em 2012, participou do Programa Artista Convidada no Ateliê de Gravura da Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre. No mesmo ano, foi premiada com o VI Prêmio Açorianos de Artes Plásticas: Destaque em pintura e Artista Destaque do Ano. Em 2013, lançou, pela série Documento Areal, o livro 105 Dias – Desenhos para os meus amigos, desenhos para viver melhor, com uma exposição na Galeria Gestual.

Faleceu em 6 de agosto de 2015, em Porto Alegre. Em 2016, foi realizada a exposição Gisela Waetge, com curadoria de Eduardo Veras e Luísa Kiefer, no Instituto Ling, em Porto Alegre, que mostrou ao público algumas das obras realizadas por Gisela nos últimos anos e permaneciam ainda inéditas. Por ocasião da exposição, foi lançado o livro de artista Toda caixa de lápis de cor deveria ter um rosa fúcsia, última obra realizada por Gisela, acompanhado por um texto crítico de Gabriela Motta.

A obra da artista encontra-se em processo de catalogação e em breve estará disponível para consulta e pesquisa no site da artista.